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25 de janeiro de 2012

Bruxismo em Crianças

Muitas mães relatam que os filhos rangem os dentes durante o sono, o que as deixa preocupadas e sem saber como agir. 

O bruxismo em crianças até seis anos de idade pode ser considerado normal – faz parte do desenvolvimento dos ossos da face e do processo fisiológico de esfoliação dentária – desde que não esteja causando desgastes excessivos e desconfortos para a criança. Nestes casos, pode ser indicado uma placa de relaxamento de silicone ou aparelho móvel para tratar possíveis maloclusões. Medicamentos homeopáticos também podem ser indicados. 

Em grande parte dos casos, o bruxismo infantil está relacionado com alguma alteração de rotina da criança. Os aspectos psicológicos tais como agressão reprimida, frustrações, problemas escolares, familiares ou com amigos são objetos de uma atenção particular. Assim, devemos optar por uma terapia de apoio com psicólogos para tratar a parte emocional da criança. Também está indicada a prática de atividades de lazer ou esportes que possam ajudar a reduzir o stress e ansiedade da criança.

Desse modo, partindo do princípio que o bruxismo infantil pode ter várias causas, o tratamento ideal não deve ser isolado. E não esqueça: em muitos casos o bruxismo é uma condição normal e passageira no desenvolvimento da criança.

Procure um Odontopediatra e esclareça suas dúvidas.

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28 de dezembro de 2011

Adeus Ano Velho! Feliz Ano Novo!

Dezembro chegou e com ele o fim de mais um ano!

E, depois de repensar o que o ano de 2011 trouxe para nossas vidas, é hora de planejar como queremos que seja o próximo ano, escolhendo as nossas prioridades, com metas bem definidas e muito foco.

Desejamos a todos um ano de 2012 sensacional, com muita saúde e paz!

São os votos da equipe Odontologia Integrada.

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17 de agosto de 2011

Todas as pessoas precisam extrair os sisos?

Os terceiros molares são os últimos dentes que se desenvolvem e aparecem na boca, também chamados de sisos. Normalmente, erupcionam entre 18 e 21 anos. Sua principal função é a mastigação e a trituração dos alimentos.

Em algumas pessoas, esses dentes não nascem porque estão ausentes congenitamente, ou seja, a pessoa não teve a formação deste dente naturalmente. Porém, a maioria das vezes, o dente siso não nasce por falta de espaço nos maxilares, que não apresenta o tamanho necessário para acomodar mais quatro dentes, dois superiores e dois inferiores.

Nem todos os sisos precisam ser extraídos.  Aqueles que estão na boca em mastigação, sem problemas, devem ser mantidos. Porém a não retirada de um dente siso com indicações de extração pode ocasionar problemas como dor, danos ao dente vizinho (cárie), doença periodontal (pericoronarite), reabsorção dental e até mesmo infecções e inflamações gengivais e ósseas. O desenvolvimento de cistos e tumores a partir dos dentes sisos também pode ocorrer.  A remoção deve ser feita assim que o diagnóstico for realizado.

A remoção pode ser realizada no consultório odontológico,  com anestesia local,  por um cirurgião-dentista. Devem-se tomar alguns cuidados pós-cirurgia.
É fundamental que se faça um controle clínico e radiográfico com um cirurgião-dentista para acompanhar o desenvolvimento dos sisos.
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25 de fevereiro de 2011

Escovas dentárias – Considerações históricas

Dentre os meios mecânicos para higienizar os dentes a escova dentária é o mais aceito mundialmente, apresentando- se no mercado mundial e nacional com diferentes formas estruturais, bem como nas configurações da parte ativa. Entretanto, para sua forma atual, a história de sua idealização é vastamente contada e interpretada na literatura e constata-se o quanto eram primitivos os meios utilizados, embora fosse evidente a intenção da higiene bucal para o bom relacionamento entre os indivíduos.

As evidências históricas mostram através de várias citações que a limpeza dos dentes vem de séculos passados, antes de Cristo (a.C.), onde os indivíduos faziam uso de vários meios, tais como palitos de ouro, toalha áspera de linho fino e pedaços de ramos ou gravetos. No ano 3000 a.C., o primeiro indivíduo “Hesi-Ré”, conhecido como cirurgião-dentista, indicava os dedos para limpar os dentes. No período depois de Cristo (d.C.), no início da Era Cristã dominada pelos romanos, são descritos alguns conceitos sobre a limpeza dos dentes e como esta poderia ser obtida. Plínio, conhecido como jovem, determinou o tipo de material que deveria ser utilizado para confeccionar a primeira escova dental, alertando que as penas de urubu, que representariam as atuais cerdas, não seriam aconselháveis, por causar mau hálito, determinando como o ideal, as escovas com cerdas de porco-espinho.

A escova dentária em formato rudimentar foi criada na China, onde seu cabo inicialmente era um pedaço de osso de galinha, seguido de osso bovino ou marfim e as cerdas confeccionadas com pêlos de porco, crina de cavalos e javalis fixados com arame sem nenhum arranjo (Schweisheimer, 1970). Em 1780 na Europa, precisamente na Inglaterra, em torno de 300 anos atrás, surgiu a versão de um artefato com cabo de osso e as cerdas de pêlos naturais introduzidos em uma das extremidades, presos por arame. Na década de 1880, com esta versão migrada para os Estados Unidos, foram modificados os cabos com ossos mais resistentes e polidos, porém as cerdas com pêlos naturais foram também evoluindo, sendo importadas da China de animais criados em cativeiro para melhor durabilidade e maciez das mesmas. Com o decorrer dos anos, em 1840, passa a ser fabricada em outros países da Europa, como França e Alemanha. Segundo a literatura a primeira patente industrial americana foi registrada em 1857, no entanto só a partir de 1880, observou- se inovações na indústria, através do uso de plástico para a confecção dos cabos, sendo o celulóide aplicado em 1900 e o acetato de celulose em 1930, e em 1938 houve o aparecimento do nylon para substituir as cerdas naturais (Golding, 1982).

FONTE:

R. Periodontia – Setembro 2009 – Volume 19 – Número 03

MÉTODOS MECÂNICOS PARA O CONTROLE DO BIOFILME DENTÁRIO SUPRAGENGIVAL

 

Vinícius Pedrazzi  1, Sérgio Luís Scombatti de Souza 2, Rafael Ramos de Oliveira3, Renata Cimões4, Estela Santos Gusmão 

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19 de janeiro de 2011

Dente de leite dói?

O dente-de-leite dói, do mesmo modo que dói o permanente. Todos sabem que uma dor de dente não é nada bom. Porque então deixarmos que nossas crianças sofram? Porque deixar que os dentes cheguem ao ponto de doerem? Mais ainda, dente cariado quando não dói espontaneamente, dói quando provocado pelo frio ou pelo calor. Quantas inapetências não se explicam pela dor de dente? Quantas preguiças de estudar não se explicam pela dor de dente? Quantas irritações “inexplicáveis” não se explicam pela dor de dente?

Independente da idade da criança, o tratamento odontológico está sempre indicado, seja para tratamento das lesões e da dor, como também a prevenção de doenças bucais.

Procure um especialista em Odontopediatria. Certamente será um profissional capacitado para tratar seu filho sem traumas.

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1 de dezembro de 2010

Os dentes de leite devem ser tratados?

É falsa a crença de que os dentes temporários não necessitam ser tratados, porque serão logo substituídos pelos permanentes. Nada mais irreal. A saúde dos dentes permanentes é uma conseqüência direta da saúde dos dentes de leite. Dentes temporários estragados e não reparados podem causar sérios danos aos dentes permanentes.

A criança que perde seus dentes precocemente ou tem cáries, ficará com seu potencial de mastigação prejudicado, justamente em um período importante de sua vida, quando mais necessita dos complexos alimentares para o seu crescimento. Mais do que nunca, ela precisa alimentar-se bem e absorver bem os alimentos. Todos sabem que a digestão se inicia pela boca. Para que os alimentos sejam bem aproveitados no aparelho digestivo, exige-se que esta primeira parte da digestão seja bem feita. A trituração perfeita dos alimentos, por uma mastigação também perfeita, possibilitará ao organismo uma fácil absorção dos alimentos e proporcionará o aproveitamento das substâncias fundamentais para o crescimento normal.

Procure um odontopediatra e esclareça suas dúvidas!

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10 de novembro de 2010

Quando levar seu filho pela primeira vez ao dentista?

Logo após o nascimento dos primeiros dentes de leite é recomendável a primeira visita do bebê ao dentista. Dentes de leite também têm cáries e podem causar dor.

Reforçar os conhecimentos dos pais sobre como manter saudáveis os dentes de seu filho, e treiná-los para que limpem de forma adequada é muito importante. Além disso, o dentista vai examinar toda a boca do bebê, incluindo dentes e gengivas, orientar sobre o que deve ser feito caso a criança caia e bata os dentes e também como evitar a transmissão de bactérias que causam cáries.

Com os conhecimentos científicos atuais é possível que uma criança chegue à idade adulta com boa saúde bucal. Invista na prevenção!

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19 de outubro de 2010

Facetas de Porcelana

As facetas de porcelana podem melhorar muito o sorriso de uma pessoa, recuperando também a autoconfiança e auto-estima.

Geralmente, são recomendadas por motivos estéticos, já que podem clarear dentes manchados, corrigir a dentição torta, diminuir a distância entre os dentes, aumentar o tamanho, corrigir curvatura, melhorar o formato, solucionar a aparência do esmalte dental desgastado, aumentar a resistência em dentes excessivamente restaurados, entre tantas outras indicações.A vantagem primordial consiste na preservação de estrutura dental sadia, uma vez que com essa técnica, desgastam-se menos os dentes.

Os profissionais da Odontologia Integrada são preparados para realizar este trabalho diferenciado. Venha fazer uma avaliação conosco!

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14 de outubro de 2010

Atualização Profissional – Congressos 2010

O atendimento na área da saúde está cada vez mais dinâmico devido às constantes transformações na área da tecnologia e de pesquisas. Para um serviço de excelência em Odontologia é imprescindível que os profissionais especializados estejam constantemente buscando aperfeiçoamento.
É com imensa satisfação que a Odontologia Integrada RS comunica aos seus pacientes e amigos a participação dos seus profissionais em Congressos: 

Dra. Ana Elisa da Silva - especialista em Periodontia, mestre e especialista em Radiologia Odontológica

de 18 a 23 de Outubro de 2010, VIII Congresso Brasileiro de Radiologia Odontológica em Gramado RS; 

de 8 a 9 de Novembro de 2010, II Encontro Internacional de Halitose, na Associação Paulista de de Cirurgiões Dentistas (APCD) em São Paulo.
 
Dr. Jose Pedro Thorstenberg - especialista em Implantodontia -

de 09 a 12 de Outubro de 2010, Congresso Anual 2010 da Associação Dental Americana (ADA), Orlando, Florida.

Dr. Leonardo Gravina – especialista em Ortodontia

de 14 a 16 de outubro de 2010, o Anhembi, em São Paulo, Congresso Brasileiro de Ortodontia, o Orto 2010-SPO.

Dra. Luhana Gedoz – Mestre e especialista em Estomatologia

de 09 a 12 de Outubro de 2010, Congresso Anual 2010 da Associação Dental Americana (ADA), Orlando, Florida.

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13 de outubro de 2010

Creme dental infantil: com ou sem flúor?

Para alguns especialistas, a escovação feita com produtos fluorados seria contra-indicada para crianças com idade inferior a seis anos, devido ao risco de fluorose – espécie de intoxicação que causa manchas brancas ou escuras e corrosão nos dentes permanentes e, em casos extremos, também na dentição de leite.

Além do creme dental, a água consumida nos grandes centros já contêm a substância, e nos primeiros anos, é praticamente inevitável que a criança engula pasta de dente durante a escovação, o que potencializa o risco de fluorose. Porém, o flúor é protetor da doença cárie, e apenas o uso abusivo da substância pode de fato significar um problema.

Para algumas crianças com atividade de cárie ou risco de desenvolver cáries, independente da idade, a pasta dental fluorada deve ser usada pelas crianças, mas em quantidade mínimas. É preciso considerar fatores como a dieta alimentar e os hábitos de higiene bucal para avaliar o risco de cárie na criança. Só a partir dessa análise é possível optar por uma ou por outra alternativa.

Enfim, a decisão de seguir com a pasta fluorada ou trocá-la por uma sem flúor não deve ser dos pais, e sim do odontopediatra que acompanha a criança.

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