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17 de agosto de 2011

Todas as pessoas precisam extrair os sisos?

Os terceiros molares são os últimos dentes que se desenvolvem e aparecem na boca, também chamados de sisos. Normalmente, erupcionam entre 18 e 21 anos. Sua principal função é a mastigação e a trituração dos alimentos.

Em algumas pessoas, esses dentes não nascem porque estão ausentes congenitamente, ou seja, a pessoa não teve a formação deste dente naturalmente. Porém, a maioria das vezes, o dente siso não nasce por falta de espaço nos maxilares, que não apresenta o tamanho necessário para acomodar mais quatro dentes, dois superiores e dois inferiores.

Nem todos os sisos precisam ser extraídos.  Aqueles que estão na boca em mastigação, sem problemas, devem ser mantidos. Porém a não retirada de um dente siso com indicações de extração pode ocasionar problemas como dor, danos ao dente vizinho (cárie), doença periodontal (pericoronarite), reabsorção dental e até mesmo infecções e inflamações gengivais e ósseas. O desenvolvimento de cistos e tumores a partir dos dentes sisos também pode ocorrer.  A remoção deve ser feita assim que o diagnóstico for realizado.

A remoção pode ser realizada no consultório odontológico,  com anestesia local,  por um cirurgião-dentista. Devem-se tomar alguns cuidados pós-cirurgia.
É fundamental que se faça um controle clínico e radiográfico com um cirurgião-dentista para acompanhar o desenvolvimento dos sisos.
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8 de maio de 2011

A relação entre a boca e a saúde do corpo!

Muito interessante este vídeo….

http://www.youtube.com/watch?v=nLk7aLAgZbE

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1 de março de 2011

Halitose

A capacidade de perceber e avaliar a qualidade  e intensidade do próprio hálito é um assunto de grande interesse. Muitas pessoas apresentam mau hálito durante anos sem nunca terem consciência disso, enquanto outras queixam-se de mau hálito sem na verdade possuí-lo. A dificuldade de avaliação do próprio hálito é frequentemente atribuída ao processo de adaptação dos receptores olfativos (Spouge, 1964; Iwakura et al., 1994; Rosemberg e Leib (1995) apesar de não existirem evidências que suportem essa afirmação. Segundo Oho et al. (2001) e Eli et al., (2001), a autoavaliação do hálito está mais relacionada com a autoimagem do corpo e com o perfil psicológico do indivíduo do que com a presença de parâmetros objetivos.
  

 Fonte: 

 

AUTOAVALIAÇÃO DA HALITOSE E SEU IMPACTO NA QUALIDADE DE VIDA DE INDIVÍDUOS OBESOS E SUBMETIDOS À CIRURGIA BARIÁTRICA

 Ana Carolina Dupim Souza1, Carolina Ferreira Franco1, André Luiz Pataro2, Fernando de Oliveira Costa3, José Eustáquio da Costa3

Revista da Sociedade Brasileira de Periodontia – V.19- N.3 – Setembro de 2009

 

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25 de fevereiro de 2011

Escovas dentárias – Considerações históricas

Dentre os meios mecânicos para higienizar os dentes a escova dentária é o mais aceito mundialmente, apresentando- se no mercado mundial e nacional com diferentes formas estruturais, bem como nas configurações da parte ativa. Entretanto, para sua forma atual, a história de sua idealização é vastamente contada e interpretada na literatura e constata-se o quanto eram primitivos os meios utilizados, embora fosse evidente a intenção da higiene bucal para o bom relacionamento entre os indivíduos.

As evidências históricas mostram através de várias citações que a limpeza dos dentes vem de séculos passados, antes de Cristo (a.C.), onde os indivíduos faziam uso de vários meios, tais como palitos de ouro, toalha áspera de linho fino e pedaços de ramos ou gravetos. No ano 3000 a.C., o primeiro indivíduo “Hesi-Ré”, conhecido como cirurgião-dentista, indicava os dedos para limpar os dentes. No período depois de Cristo (d.C.), no início da Era Cristã dominada pelos romanos, são descritos alguns conceitos sobre a limpeza dos dentes e como esta poderia ser obtida. Plínio, conhecido como jovem, determinou o tipo de material que deveria ser utilizado para confeccionar a primeira escova dental, alertando que as penas de urubu, que representariam as atuais cerdas, não seriam aconselháveis, por causar mau hálito, determinando como o ideal, as escovas com cerdas de porco-espinho.

A escova dentária em formato rudimentar foi criada na China, onde seu cabo inicialmente era um pedaço de osso de galinha, seguido de osso bovino ou marfim e as cerdas confeccionadas com pêlos de porco, crina de cavalos e javalis fixados com arame sem nenhum arranjo (Schweisheimer, 1970). Em 1780 na Europa, precisamente na Inglaterra, em torno de 300 anos atrás, surgiu a versão de um artefato com cabo de osso e as cerdas de pêlos naturais introduzidos em uma das extremidades, presos por arame. Na década de 1880, com esta versão migrada para os Estados Unidos, foram modificados os cabos com ossos mais resistentes e polidos, porém as cerdas com pêlos naturais foram também evoluindo, sendo importadas da China de animais criados em cativeiro para melhor durabilidade e maciez das mesmas. Com o decorrer dos anos, em 1840, passa a ser fabricada em outros países da Europa, como França e Alemanha. Segundo a literatura a primeira patente industrial americana foi registrada em 1857, no entanto só a partir de 1880, observou- se inovações na indústria, através do uso de plástico para a confecção dos cabos, sendo o celulóide aplicado em 1900 e o acetato de celulose em 1930, e em 1938 houve o aparecimento do nylon para substituir as cerdas naturais (Golding, 1982).

FONTE:

R. Periodontia – Setembro 2009 – Volume 19 – Número 03

MÉTODOS MECÂNICOS PARA O CONTROLE DO BIOFILME DENTÁRIO SUPRAGENGIVAL

 

Vinícius Pedrazzi  1, Sérgio Luís Scombatti de Souza 2, Rafael Ramos de Oliveira3, Renata Cimões4, Estela Santos Gusmão 

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19 de janeiro de 2011

Dente de leite dói?

O dente-de-leite dói, do mesmo modo que dói o permanente. Todos sabem que uma dor de dente não é nada bom. Porque então deixarmos que nossas crianças sofram? Porque deixar que os dentes cheguem ao ponto de doerem? Mais ainda, dente cariado quando não dói espontaneamente, dói quando provocado pelo frio ou pelo calor. Quantas inapetências não se explicam pela dor de dente? Quantas preguiças de estudar não se explicam pela dor de dente? Quantas irritações “inexplicáveis” não se explicam pela dor de dente?

Independente da idade da criança, o tratamento odontológico está sempre indicado, seja para tratamento das lesões e da dor, como também a prevenção de doenças bucais.

Procure um especialista em Odontopediatria. Certamente será um profissional capacitado para tratar seu filho sem traumas.

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1 de dezembro de 2010

Os dentes de leite devem ser tratados?

É falsa a crença de que os dentes temporários não necessitam ser tratados, porque serão logo substituídos pelos permanentes. Nada mais irreal. A saúde dos dentes permanentes é uma conseqüência direta da saúde dos dentes de leite. Dentes temporários estragados e não reparados podem causar sérios danos aos dentes permanentes.

A criança que perde seus dentes precocemente ou tem cáries, ficará com seu potencial de mastigação prejudicado, justamente em um período importante de sua vida, quando mais necessita dos complexos alimentares para o seu crescimento. Mais do que nunca, ela precisa alimentar-se bem e absorver bem os alimentos. Todos sabem que a digestão se inicia pela boca. Para que os alimentos sejam bem aproveitados no aparelho digestivo, exige-se que esta primeira parte da digestão seja bem feita. A trituração perfeita dos alimentos, por uma mastigação também perfeita, possibilitará ao organismo uma fácil absorção dos alimentos e proporcionará o aproveitamento das substâncias fundamentais para o crescimento normal.

Procure um odontopediatra e esclareça suas dúvidas!

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2 de novembro de 2010

Qual a relação do estômago com o mau hálito?

O estômago há tempos vem tomando a responsabilidade de muitos casos de mau hálito.
No entanto, os estudos científicos desmentem isso e relacionam 90% das causas de halitose a problemas bucais.
O único caso relacionado ao estômago são pessoas portadoras de refluxo gastro-esofágico.

A Odontologia Integrada RS, clínica odontológica em Porto Alegre – RS oferece atendimento especializado na área de Halitose/Periodontia.

Agende sua avaliação: 51- 3221-9565

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13 de outubro de 2010

Creme dental infantil: com ou sem flúor?

Para alguns especialistas, a escovação feita com produtos fluorados seria contra-indicada para crianças com idade inferior a seis anos, devido ao risco de fluorose – espécie de intoxicação que causa manchas brancas ou escuras e corrosão nos dentes permanentes e, em casos extremos, também na dentição de leite.

Além do creme dental, a água consumida nos grandes centros já contêm a substância, e nos primeiros anos, é praticamente inevitável que a criança engula pasta de dente durante a escovação, o que potencializa o risco de fluorose. Porém, o flúor é protetor da doença cárie, e apenas o uso abusivo da substância pode de fato significar um problema.

Para algumas crianças com atividade de cárie ou risco de desenvolver cáries, independente da idade, a pasta dental fluorada deve ser usada pelas crianças, mas em quantidade mínimas. É preciso considerar fatores como a dieta alimentar e os hábitos de higiene bucal para avaliar o risco de cárie na criança. Só a partir dessa análise é possível optar por uma ou por outra alternativa.

Enfim, a decisão de seguir com a pasta fluorada ou trocá-la por uma sem flúor não deve ser dos pais, e sim do odontopediatra que acompanha a criança.

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6 de outubro de 2010

Mau Hálito tem cura


“O hálito de minha esposa tem um cheiro horrível, melhor seria beijar um sapo.”
(Titus Maccius Plautus, 254-184 A.C. Dramaturgo Romano)

“Meu hálito é intolerável à minha mulher.”
(Jó, 19.17, Bíblia, Velho Testamento)

“O melhor anticoncepcional do mundo é o mau hálito”
(Millôr Fernandes)

A halitose tem solução…

Ela acomete milhões de pessoas de todas as idades e raças.
Seu tratamento depende do completo entendimento de suas causas multidisciplinares.

Nos dias 08 e 09 de novembro a Dra. Ana Elisa atualizará seu conhecimento científico na área participando do II Encontro Internacional de Halitose em São Paulo.



       
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