Blog da OIRS

7 de julho de 2010

Creme dental infantil: com ou sem flúor?

Todos acham que pasta de dente com flúor para as crianças é melhor. Mas o creme dental deve ser de uso tópico, e portanto, não pode ser engolido. Quando ingerido, age sobre os dentes em formação, podendo danificá-los. Além do creme dental, a água consumida nos grandes centros (tanto a de abastecimento quanto a maioria das minerais engarrafadas) e alguns alimentos também contêm flúor. Além disso, nos primeiros anos, é praticamente inevitável que a criança engula pasta de dente durante a escovação.
E então, o que fazer?
O flúor é um artifício eficiente para controlar as lesões de cárie e pequenas manchas que podem se alastrar se convertendo em cavidades, caso não sejam tratadas. É uma espécie de remédio, e há crianças que realmente não precisariam dele. Assim como usar pasta fluorada não seria necessário para todas as crianças, optar pelo creme sem a substância também não é uma decisão válida para todos os que têm idade inferior a seis anos. É preciso considerar fatores como a dieta alimentar e os hábitos de higiene bucal para avaliar o risco de cárie na criança. Só a partir dessa análise é possível optar por uma ou por outra alternativa.
A decisão de seguir com a pasta fluoretada ou trocá-la por uma sem flúor não deve ser dos pais, e sim do dentista que acompanha a criança.
Converse com seu odontopediatra e preserve a saúde dos dentes de seu filho.

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28 de abril de 2010

Mau hálito em crianças

É difícil de acreditar que uma criança pode ter mau hálito, mas infelizmente é verdade.

São muitas as causas, mas o responsável de maior frequência pela halitose infantil são as cáries em evolução e sem tratamento. No entanto, outras alterações como parasitoses, estresse, amigdalites, alimentação inadequada e a higiene deficiente dos dentes, gengivas e língua são as principais causas.

Quando pais ou responsáveis perceberem este quadro na criança, leve-a a um dentista para investigar a causa. A Odontologia Integrada RS dispõe de um equipamento para medir o grau de halitose. Dependendo do diagnóstico, pode ser identificado um problema de saúde ainda não percebido por ninguém.

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18 de abril de 2010

Dentes de leite: cuidar deles é fundamental!

 

Muitos pais não se preocupam quando um dente de leite do filho cai ou fica cariado, afinal, vai cair mesmo, não é? Mas é preciso cuidado, porque ele tem um papel fundamental para a saúde dos dentes que virão no futuro: os permanentes.

Os dentes de leite têm tempo certo para ficar na boca da criança. Aparecem por volta dos 6 meses e devem permanecer até os 6 anos e meio, em média, quando inicia a troca dentária. Esse tempo é importante porque, além de permitir uma boa mastigação da criança, esses dentes preparam a arcada dentária para receber os permanentes.

Quando esse tempo não é respeitado e eles caem, seja por conta de algum trauma ou pelo aparecimento de cáries, há uma série de problemas que podem surgir, como a perda do espaço certo para o dente permanente, alteração na mastigação e fala e até mesmo no lado psicológico das crianças, que podem se sentir envergonhadas por estar sem o dente antes dos amigos.

O acompanhamento profissional visando a prevenção é o caminho mais seguro para a saúde bucal de seus filhos.

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30 de março de 2010

O que é Odontopediatria?

A Odontopediatria é a área da odontologia responsável pelo atendimento a bebês e crianças. É uma das mais importantes especialidades da Odontologia, pois um tratamento sem traumas, aliados à psicologia e delicadeza, em conjunto com um tratamento preventivo, é o melhor que os pais podem oferecer aos seus filhos.

Uma criança que frequenta desde pequena o consultório odontológico com um profissional especializado, estará sempre saudável, estimulada a cuidar dos seus dentinhos, fazendo prevenção e adquirindo bons hábitos, o que consequentemente a tornará em um adulto com uma excelente saúde bucal e realizando o mínimo de intervenções dentárias ao longo da vida.

Recomenda-se que os pais levem seus filhos ao odontopediatra ainda no primeiro ano de vida, pois nesta fase é possível iniciar uma série de procedimentos e atitudes que irão prevenir diversos problemas de saúde bucal no futuro.

Com uma programação preventiva periódica e bem realizada, 95% das doenças orais poderão ser evitadas, desde cáries e gengivites até mesmo diminuindo a chance de problemas associados ao uso de aparelho ortodôntico no futuro.

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1 de março de 2010

De volta às aulas com boa saúde bucal

As crianças estão voltando às aulas e lembramos aos pais de incluir um exame odontológico como parte da preparação para o ano letivo que se inicia.

Um dente doendo ou um problema odontológico crônico podem causar dificuldades para comer, falar e se concentrar, e problemas odontológicos podem fazer muitas crianças faltarem às aulas.

Exames odontológicos de rotina revelam problemas que podem ser tratados nos estágios iniciais, quando o dano é mínimo e as restaurações podem ser pequenas. Isso ajuda a evitar condições dolorosas e crônicas e economiza dinheiro.

A escolha de lanches não saudáveis também tem um impacto negativo na saúde dental, portanto, ao enviar as crianças de volta para a escola, certifique-se de mandar lanches com água ou leite, e não com bebidas açucaradas.

Hábitos alimentares, cuidados em casa, necessidades de tratamento passadas, ingestão de flúor e outros fatores afetam a probabilidade de doenças dentais, e a frequência das consultas odontológicas depende desses fatores. Porém, agendar uma visita ao dentista no início do ano letivo pode ajudar a entrar no ano com o pé direito.

www.colgate.com.br

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19 de fevereiro de 2010

Passe no dentista antes que seu filho perca horas de estudo com dor de dente

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Pergunte a qualquer pessoa quais são as piores dores que já sentiram e certamente alguém se lembrará da dor de dente. Dependendo da negligência com a saúde bucal, a dor latejante praticamente impossibilita prestar atenção em qualquer outra coisa que não seja ela mesma.

Imagine uma criança ou adolescente com essa dor e ainda por cima tendo de estudar para provas.Um levantamento do Departamento de Saúde Pública dos Estados Unidos revelou que os estudantes perdem mais de 51 milhões de horas-aulas por ano por causa de problemas dentais. De fato, a dor de dente costuma ser tão pouco suportada por jovens e crianças que, se não faltam à escola, tampouco conseguem prestar atenção nas aulas.

Fazer um bom check up dos dentes antes de voltar às aulas é uma garantia a mais de que a criança não passará por esse tipo de imprevisto que acaba atrapalhando a vida acadêmica. É importante que o estudante escove os dentes pelo menos duas vezes ao dia e enxágüe a boca quantas vezes puder. Outra atitude importante é evitar guloseimas no lanche, já que o açúcar aumenta os riscos de ter cáries.

Fonte: Dr. Marcelo Rezende (www.guiadobebe.uol.com.br)






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22 de janeiro de 2010

Pense no açúcar das guloseimas…

guloseimas

Se o flúor é nossa maior proteção contra as cáries, então comer guloseimas freqüentemente pode ser nosso maior inimigo. Todos os dias, você e sua família enfrentam os desafios das guloseimas.

O que é necessário saber:

É a Freqüência com que Você Come Guloseimas que Importa
A verdade é que o que sua família come não é tão importante quanto quando e como vocês comem as guloseimas! O que importa é a “reação da placa”, e é assim que ela funciona:

A Reação da Placa
Todos têm bactérias de placas em suas bocas, mas quando elas se juntam com os açúcares e amidos que são encontrados nas guloseimas, tais como bolachas, doces, frutas secas, refrigerantes ou mesmo batatas fritas, a placa reage para criar ácido e um “ataque de placa” ocorre.

O fato é que a maioria das guloseimas que são consumidas contém tanto açúcares como amidos, que dão à placa a oportunidade de formar ácido. E cada “ataque de placa” pode durar até 20 minutos depois que seu petisco tiver acabado. Durante esse período, o ácido da placa está atacando o esmalte do dente, tornando-o fraco. É quando começam as cáries!

Luta contra a Placa
As boas novas são que você pode ter uma resistência contra a placa! Escovando os dentes duas vezes por dia com um creme dental com flúor e reduzindo o número de vezes que come guloseimas por dia, você e sua família podem ajudar a evitar cáries.

Quando for comer guloseimas, é melhor escolher algo nutritivo e comer com moderação. Também é melhor comer o petisco inteiro de uma vez, pois comer cinco porções de uma vez expõe seus dentes a possíveis cáries por aproximadamente 20 minutos. Mordiscar esses mesmos cinco pedaços em cinco vezes diferentes expõe seus dentes a possíveis cáries por aproximadamente 100 minutos. Que diferença!

Você Precisa Prestar Atenção nos Doces do Bebê também!
As crianças menores são tão suscetíveis a cáries como crianças mais velhas e adultos. De fato, as cáries nos bebês podem ser uma condição muito séria. Consulte a seção Como Evitar Cáries em Bebês abaixo para obter outras informações.

Algumas guloseimas que causam cárie e devem ser evitadas…

balas, drops, pastilhas, bombons, goma de mascar com açúcar,

Fique atento!

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14 de dezembro de 2009

No clima de Natal…

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Ajudante de Papai Noel!

As luzinhas de natal sempre são tão complicadas de se desembaraçar né?

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6 de dezembro de 2009

Acidente, queda de dente, o que fazer?

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Nesta época de início de férias a Odontologia Integrada RS considera de extrema importância orientar sobre casos de trauma e perda de dentes.

Avulsão é a queda de um ou mais dentes por acidente com a saída total do alvéolo da peça dentária.

As agressões na face tem como local mais freqüente de conseqüências os dentes anteriores superiores e em segundo plano os inferiores. Os pacientes jovens são as maiores vítimas, pelo comportamento mais agressivo nas brincadeiras, pelo estágio de evolução dos dentes em relação a idade.

Ocorrido o acidente e constatada a avulsão deve a vítima ou o socorrente recolher o(s) dente(s) se possível recolocando-o no alvéolo. Nas situações em que não for possível, deve-se acondicionar em lenço ou pano o(s) dente(s) umedecidos e limpos em saliva do próprio acidentado ou do socorrente, água ou leite até o local de atendimento.
Outro fator importante no atendimento é a rapidez de recolocação no alvéolo, deve ser o mais rápido possível. Nos casos em que não houver condições de atendimento imediato por razões de saúde do paciente, devemos manter o(s) dente(s) em leite, sendo recomendável o reimplante até 24h após o acidente.

A tomada de decisão de realizar a recolocação, sempre recomendada pelas razões psicológicas pós-acidente, pois ocorre a restauração da parte perdida, como a permanência do dente acidentado em seu alvéolo, produz uma cicatrização de melhor futuro para estética do paciente.

Aconselhamos para este atendimento os trabalhos de um Cirurgião Dentista, sempre que possível, as fases pós-acidente de tratamento tem na especialidade de Endodontia a melhor opção de resultados.

Nas avulsões a busca de atendimento deve ser rápida e o(s) dente(s) devem ser protegidos e umedecidos com saliva, leite ou água. O reimplante deve ser sempre realizado.

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19 de novembro de 2009

Fluorose

fluorose

Alteração que ocorre devido ao excesso de ingestão de flúor, durante a formação dos dentes.

Ela se manifesta principalmente pela alteração de cor do esmalte, que pode assumir uma tonalidade esbranquiçada ou exibir pequenas manchas ou linhas brancas. Nos casos mais graves, adquire uma coloração acastanhada ou marrom, podendo haver perda de estrutura dental; nesses casos, torna-se mais friável, mais fácil de desgastar fisiologicamente. Muitos trabalhos apontam como causa da fluorose a utilização de gotas e comprimidos contendo flúor, inclusive muitos complexos vitamínicos recomendados pelos pediatras. Atualmente, a maior causa de fluorose é a ingestão de produtos fluoretados em locais onde já existe água fluoretada, sendo que o mais comum é o dentifrício fluoretado, que muitas crianças engolem durante a escovação. O enxaguatório contendo flúor também poderá contribuir, se for indicado para crianças que ainda não tenham controle adequado da deglutição.

Durante a gravidez, devo ingerir suplementos de flúor?
Na gravidez não é necessário ingerir suplementos de flúor, pois sabe-se que a principal ação preventiva é a tópica, ou seja, a que se dá pelo contato do flúor na boca com os dentes. Além disso, na gestante que ingere água fluoretada, o flúor passa para o bebê através da placenta.

Pode ocorrer fluorose em dentes de leite?
A fluorose em dentes decíduos possui características semelhantes às da fluorose em dentes permanentes. Não é comum, pois só pode ocorrer nos dentes cuja mineralização se dá após o nascimento. A porção formada na vida intra-uterina, mesmo que a gestante ingerisse ligeiro excesso, receberia proteção da placenta, que é uma barreira semipermeável que deixa passar apenas uma parte do flúor circulante.

Quando ocorre fluorose nos dentes de leite, os permanentes também serão acometidos?
Não. A fluorose não passa de uma dentição para outra, pois ela ocorre durante o período de formação dos dentes, e dentes de leite e permanentes se formam em épocas muito diferentes. Mesmo na dentição permanente ela pode afetar alguns dentes e não afetar outros, ou ainda afetar dentes diferentes com grau de severidade diversos. Tudo depende da época que ocorreu o excesso de ingestão e da época de formação dos dentes. O período de maior risco para a ocorrência de fluorose é até os 6 anos de idade, quando estão se formando as coroas dos dentes anteriores, pois se sabe que o maior problema da fluorose é quanto à estética.

Os dentes com fluorose são mais fracos?
Correm maior risco de ter cárie? Os dentes com fluorose são ligeiramente mais resistentes à cárie dental, mas não são imunes a ela. Portanto, se o indíviduo tiver dieta e microrganismos cariogênicos, exibindo atividade de cárie, deve receber a mesma atenção preventiva que outro paciente sem fluorose.

Se eu usar dentifrício fluoretado para escovar os dentinhos do meu filho de 2 anos, ele correrá o risco de ter fluorose?
Ele corre o risco de ter fluorose se o dentifrício for usado indiscriminadamente, sem cuidado. Se o seu filho engolir muito dentifrício, ele poderá apresentar fluorose, principalmente se morar em região com água fluoretada (como São Paulo, por exemplo). Isto ocorre porque nessa idade as crianças ainda não sabem controlar a deglutição e nem cuspir adequadamente e acabam ingerindo quantidade acima daquela segura para seu peso. Recomenda-se a utilização de quantidade mínima na escova de dentes (semelhante a um grão de arroz), sempre sob supervisão dos responsáveis, e alguns profissionais recomendam o uso de dentifrícios sem flúor.

Meu filho de 12 anos faz aplicação de flúor no dentista, usa pasta fluoretada e faz bochechos diariamente com solução fluoretada. Ele corre o risco de ter fluorose?
Não, pois todos os seus dentes já estão com as coroas formadas nessa idade. Entretanto, nem sempre é necessário usar todos os tipos de produtos com flúor disponíveis no mercado: o dentifrício deve ser utilizado por todos os indivíduos, mas os bochechos e as aplicações tópicas profissionais devem ser utilizados levando-se em consideração a atividade de cárie de cada um.

O que fazer nos casos de fluorose?
A descoberta da fluorose não traz grandes mudanças do ponto de vista prático, a não ser nos casos em que a estética é muito prejudicada e começa a incomodar o paciente. A maioria dos casos observados atualmente são de fluorose muito leve ou leve, em que as manchas ou linhas brancas ficam disfarçadas quando o dente está úmido, não sendo necessário nenhum tratamento; se for necessário melhorar a estética, existem algumas técnicas disponíveis, que vão de um microdesgaste do esmalte até técnicas restauradoras tradicionais. Mas, do ponto de vista prático, o mais importante é prevenir.
Referência: Revista da APCD.

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