
É difícil de acreditar que uma criança pode ter mau hálito, mas infelizmente é verdade.
São muitas as causas, mas o responsável de maior frequência pela halitose infantil são as cáries em evolução e sem tratamento. No entanto, outras alterações como parasitoses, estresse, amigdalites, alimentação inadequada e a higiene deficiente dos dentes, gengivas e língua são as principais causas.
Quando pais ou responsáveis perceberem este quadro na criança, leve-a a um dentista para investigar a causa. A Odontologia Integrada RS dispõe de um equipamento para medir o grau de halitose. Dependendo do diagnóstico, pode ser identificado um problema de saúde ainda não percebido por ninguém.
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Dentes tortos, estragados, as faltas de dentes, além do mau hálito podem desencadear muito sofrimento, vergonha e constrangimento para a maioria das pessoas, resultando em falta de vontade para sorrir.
Esses sentimentos favorecem velhas desculpas para se adiar a ida ao dentista: medo e falta de tempo. Quem tem vergonha sente mais receio e, convenientemente, nunca arranja tempo.
Pessoas que sofrem com o mau hálito freqüentemente enfrentam problemas de baixa auto-estima. Sabe-se que mais de 90% dos casos de halitose decorrem de problemas bucais e menos de 10% dos casos estão relacionados a problemas digestivos. Dentes tortos, quebrados ou com restaurações malfeitas podem acumular placa bacteriana e gerar odores desagradáveis, assim como inflamações, como gengivite e periodontite. A língua também pode ser responsável por grande parte deste problema, pois ela é recoberta por um tecido esponjoso que acumula restos alimentares e bactérias.
Dentes tortos e desalinhados também são responsáveis pela falta de vontade de sorrir. Atualmente os aparelhos ortodônticos são muito procurados por motivos estéticos.
Já as próteses dentárias, facetas ou laminados de porcelana, as restaurações estéticas e os implantes dentários surgiram como soluções para diversos problemas estéticos, pois são materiais resistentes, confortáveis, duradouros e com aparência extremamente natural.
Mas prevenir é sempre a maneira mais econômica e menos dolorida de se cuidar da saúde bucal. Escovar os dentes corretamente e passar fio-dental continua sendo a melhor maneira de evitar problemas.
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Na Odontologia Integrada RS o primeiro passo para um efetivo tratamento do mau hálito consiste em ser estabelecido um correto diagnóstico. E para que isso ocorra é necessário que o profissional possa examinar o paciente, bem como lhe fazer uma série de questionamentos relacionados aos seus hábitos, dieta, estado de saúde, estado psicológico, seu estilo de vida, etc.
Muitas pessoas tem mau hálito e não sabem disso, pois quando ele ocorre de maneira constante faz com que a pessoa não perceba o próprio hálito.
O mau hálito da manhã é considerado fisiológico e acontece devido à leve hipoglicernia, à redução do fluxo salivar e ao aumento da flora bacteriana. Após a higiene dos dentes, da língua e após a primeira refeição a halitose matinal deve desaparecer. Caso isso não aconteça, podemos considerar que o indivíduo tem mau hálito e que este precisa ser investigado e tratado.
Existem diferentes causas para o mau hálito, dentre elas podemos destacar as causas fisiológicas (que requerem apenas orientação) e as patológicas (que requerem tratamento, como as feridas cirúrgicas, dentes parcialmente erupcionados (sisos), restaurações mal adapatadas, cárie, gengivite, periodontite, diabetes, uremia, etc).
Apesar disso, a maioria dos casos de halitose se deve à presença de saburra lingual (placa bacteriana lingual), pois os organismos presentes produzem componentes de cheiro desagradável no final de seu metabolismo. A principal causa da formação de saburra é a redução do fluxo salivar, com a presença de uma saliva muito mais rica em mucina e que facilita a aderência de microrganismos e de restos epiteliais e alimentares sobre a língua.
Quando o mau hálito é esporádico, devemos realizar uma higiene bucal e lingual adequadas e estimular a salivação com balas sem açúcar, gomas de mascar ou gotas de suco de limão com um pouco de sal. Devemos ainda evitar o excesso de proteína, gordura, condimentos e alimentos de cheiro carregado e manter uma freqüência de ingestão de água e de alimento a cada 3 ou 4 horas.
Embora seja muito comum pacientes com gastrite terem mau hálito as pessoas acreditam que um é causa do outro e que o mau hálito vem do estômago. Isso não é verdade. A redução do fluxo salivar propicia a formação de saburra, a qual permite que o Heficobacterpilor se instale no dorso lingual, prolifere e aumente em número, podendo chegar ao estômago e desencadear a gastrite. Portanto, a manutenção do fluxo salivar em condições normais não evita apenas a formação de saburra e mau hálito, mas também previne a possibilidade de o paciente se tomar predisposto a gastrite.
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