
Todos acham que pasta de dente com flúor para as crianças é melhor. Mas o creme dental deve ser de uso tópico, e portanto, não pode ser engolido. Quando ingerido, age sobre os dentes em formação, podendo danificá-los. Além do creme dental, a água consumida nos grandes centros (tanto a de abastecimento quanto a maioria das minerais engarrafadas) e alguns alimentos também contêm flúor. Além disso, nos primeiros anos, é praticamente inevitável que a criança engula pasta de dente durante a escovação.
E então, o que fazer?
O flúor é um artifício eficiente para controlar as lesões de cárie e pequenas manchas que podem se alastrar se convertendo em cavidades, caso não sejam tratadas. É uma espécie de remédio, e há crianças que realmente não precisariam dele. Assim como usar pasta fluorada não seria necessário para todas as crianças, optar pelo creme sem a substância também não é uma decisão válida para todos os que têm idade inferior a seis anos. É preciso considerar fatores como a dieta alimentar e os hábitos de higiene bucal para avaliar o risco de cárie na criança. Só a partir dessa análise é possível optar por uma ou por outra alternativa.
A decisão de seguir com a pasta fluoretada ou trocá-la por uma sem flúor não deve ser dos pais, e sim do dentista que acompanha a criança.
Converse com seu odontopediatra e preserve a saúde dos dentes de seu filho.

A Odontopediatria é a área da odontologia responsável pelo atendimento a bebês e crianças. É uma das mais importantes especialidades da Odontologia, pois um tratamento sem traumas, aliados à psicologia e delicadeza, em conjunto com um tratamento preventivo, é o melhor que os pais podem oferecer aos seus filhos.
Uma criança que frequenta desde pequena o consultório odontológico com um profissional especializado, estará sempre saudável, estimulada a cuidar dos seus dentinhos, fazendo prevenção e adquirindo bons hábitos, o que consequentemente a tornará em um adulto com uma excelente saúde bucal e realizando o mínimo de intervenções dentárias ao longo da vida.
Recomenda-se que os pais levem seus filhos ao odontopediatra ainda no primeiro ano de vida, pois nesta fase é possível iniciar uma série de procedimentos e atitudes que irão prevenir diversos problemas de saúde bucal no futuro.
Com uma programação preventiva periódica e bem realizada, 95% das doenças orais poderão ser evitadas, desde cáries e gengivites até mesmo diminuindo a chance de problemas associados ao uso de aparelho ortodôntico no futuro.
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Pergunte a qualquer pessoa quais são as piores dores que já sentiram e certamente alguém se lembrará da dor de dente. Dependendo da negligência com a saúde bucal, a dor latejante praticamente impossibilita prestar atenção em qualquer outra coisa que não seja ela mesma.
Imagine uma criança ou adolescente com essa dor e ainda por cima tendo de estudar para provas.Um levantamento do Departamento de Saúde Pública dos Estados Unidos revelou que os estudantes perdem mais de 51 milhões de horas-aulas por ano por causa de problemas dentais. De fato, a dor de dente costuma ser tão pouco suportada por jovens e crianças que, se não faltam à escola, tampouco conseguem prestar atenção nas aulas.
Fazer um bom check up dos dentes antes de voltar às aulas é uma garantia a mais de que a criança não passará por esse tipo de imprevisto que acaba atrapalhando a vida acadêmica. É importante que o estudante escove os dentes pelo menos duas vezes ao dia e enxágüe a boca quantas vezes puder. Outra atitude importante é evitar guloseimas no lanche, já que o açúcar aumenta os riscos de ter cáries.
Fonte: Dr. Marcelo Rezende (www.guiadobebe.uol.com.br)

Ajudante de Papai Noel!
As luzinhas de natal sempre são tão complicadas de se desembaraçar né?
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O nascimento do primeiro dente decíduo ou dente de leite, que ocorre em média no sexto mês de vida, constitui um marco significante na vida das crianças e dos pais. A relação da erupção do dente decíduo com o aparecimento de manifestações locais e sistêmicas tem sido relatada ao longo de vários anos, por médicos pediatras e odontopediatras.
Febre, distúrbios gastrintestinais, aumento da salivação e perda de apetite são alguns sintomas próprios da erupção dentária, muitas vezes relatados pelos pais, além de gengivas inchadas, vermelhas e com coceira.
Maiores detalhes podem ser lidos pelo site http://www.scielo.br/pdf/rpp/v26n3/10.pdf, onde a Dra. Vanessa Poletto, Odontopediatra da Odontologia Integrada, publicou um artigo que fala sobre este tema.