
AUTOAVALIAÇÃO DA HALITOSE E SEU IMPACTO NA QUALIDADE DE VIDA DE INDIVÍDUOS OBESOS E SUBMETIDOS À CIRURGIA BARIÁTRICA
Ana Carolina Dupim Souza1, Carolina Ferreira Franco1, André Luiz Pataro2, Fernando de Oliveira Costa3, José Eustáquio da Costa3
Revista da Sociedade Brasileira de Periodontia – V.19- N.3 – Setembro de 2009

Quando o esmalte é corroído ou quando a gengiva retrai, a dentina fica exposta e ficamos mais vulneráveis a sensações, incluindo a dor.
Esta dor é chamada sensibilidade dental e caracteriza-se pelo desconforto ou dor em um ou mais dentes, principalmente quando se consome alimentos ou bebidas quentes ou frias, quando se inspira ar frio, ou com a pressão sobre a superfície dentária.
Mas o que causa a perda do esmalte dental?
Escovar os dentes com força excessiva e consumir com frequência alimentos e bebidas ácidos são os principais fatores que levam à sensibilidade dos dentes. Além disso, muitos estudos mostraram que alguns cremes dentais, enxaguantes bucais e produtos para branquear os dentes, além de dentes quebrados ou rachados, bulimia e refluxo, também levam a perda do esmalte dental.
Para aliviar o problema, recomenda-se: usar um creme dental especial para dentes sensíveis, usar uma escova de cerdas macias, ter boa prática de higiene oral e evitar alimentos e bebidas ácidas, como refrigerantes e alimentos cítricos.
A Odontologia Integrada RS, através da Dra. Ana Elisa da Silva, especialista em Peridontia, oferece atendimento especializado para o tratamento da sensibilidade dental.
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Pessoas devem manter o hábito pelo menos duas vezes ao dia
Está comprovado: escovar os dentes é bom e ajuda a manter a saúde bucal. Entretanto o hábito deve ser frequente, diz um estudo da University College London, publicado na última edição da revista especializada British Medical Journal.
De acordo com a pesquisa, pessoas que não escovam os dentes ao menos duas vezes por dia aumentam em 70% as chances de ter doenças cardíacas. A amostra foi feita nos últimos oito anos com mais de 11 mil adultos da Escócia e confirmou o que algumas pesquisas já diziam ao associar doenças na gengiva a problemas cardíacos.
Especialistas já indicavam que inflamações na boca e nas gengivas tinham um papel importante no entupimento de artérias, um dos fatores que levam a doenças cardíacas.
No entanto, esta foi a primeira vez que se confirmou que a frequência da escovação tem influência no risco de doenças cardíacas. Os participantes do estudo deram informações sobre hábitos de higiene oral, bem como se fumavam, faziam atividades físicas e visitas frequentes ao dentista. Além disso, foram coletadas amostras de sangue e informações sobre o histórico de cada paciente e de doenças cardíacas na família.
No total, ao longo dos oito anos de pesquisa, foram registrados 555 “eventos cardiovasculares”, como infartes, dos quais 170 foram fatais. Levando em conta fatores que aumentam o risco de doenças cardíacas, como classe social, obesidade, fumo e histórico familiar, os pesquisadores descobriram que aqueles que escovam os dentes duas vezes por dia correm menos riscos.
A pesquisa foi coordenada por Richard Watt, da University College London. Ele afirma que ainda são necessários mais estudos para verificar se a relação entre higiene oral e doenças cardiovasculares é “causal ou meramente um marcador de risco”.
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