Blog da OIRS

7 de julho de 2010

Creme dental infantil: com ou sem flúor?

Todos acham que pasta de dente com flúor para as crianças é melhor. Mas o creme dental deve ser de uso tópico, e portanto, não pode ser engolido. Quando ingerido, age sobre os dentes em formação, podendo danificá-los. Além do creme dental, a água consumida nos grandes centros (tanto a de abastecimento quanto a maioria das minerais engarrafadas) e alguns alimentos também contêm flúor. Além disso, nos primeiros anos, é praticamente inevitável que a criança engula pasta de dente durante a escovação.
E então, o que fazer?
O flúor é um artifício eficiente para controlar as lesões de cárie e pequenas manchas que podem se alastrar se convertendo em cavidades, caso não sejam tratadas. É uma espécie de remédio, e há crianças que realmente não precisariam dele. Assim como usar pasta fluorada não seria necessário para todas as crianças, optar pelo creme sem a substância também não é uma decisão válida para todos os que têm idade inferior a seis anos. É preciso considerar fatores como a dieta alimentar e os hábitos de higiene bucal para avaliar o risco de cárie na criança. Só a partir dessa análise é possível optar por uma ou por outra alternativa.
A decisão de seguir com a pasta fluoretada ou trocá-la por uma sem flúor não deve ser dos pais, e sim do dentista que acompanha a criança.
Converse com seu odontopediatra e preserve a saúde dos dentes de seu filho.

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30 de abril de 2010

Pacientes especiais e o dentista

 

Pacientes com necessidades especiais são as pessoas que não se adaptam física, intelectual ou emocionalmente aos parâmetros normais, considerando os padrões de crescimento, desenvolvimento mental e controle emocional, além dos relacionados à conservação da saúde.Tratamentos mais precoces, terapias modernas e novas propostas educacionais estão mudando o perfil dessas pessoas e estimulando sua participação social como cidadãos, e os profissionais da área da saúde, inclusive os dentistas, encontram-se inseridos neste contexto.

A primeira abordagem odontológica deve ser composta de uma aproximação com o paciente e familiares, assim como o conhecimento das condições médicas preexistentes. Salienta-se que muitos destes pacientes apresentam complicações orgânicas. O melhor atendimento exige uma integração das áreas odontológica, médica, psicológica e social. O dentista  realiza o exame bucodentário, avalia o comportamento do paciente, dos familiares, e o relacionamento entre ambos.

O sucesso do tratamento odontológico do paciente com necessidades especiais está relacionado a uma criteriosa anamnese; na abordagem do paciente que servirá de caminho para se formar um vínculo com ele e, no condicionamento e adequação que fará com que o profissional possa atuar na boca do paciente com o mínimo de risco durante o atendimento, permitindo que esse tratamento possa ser realizado em consultório comum sem precisar recorrer a atendimento hospitalar sob anestesia geral.

A Odontologia Integrada dispõe de profissionais preparados para cuidar da saúde bucal de pacientes com necessidades especiais. Marque sua consulta!

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18 de abril de 2010

Dentes de leite: cuidar deles é fundamental!

 

Muitos pais não se preocupam quando um dente de leite do filho cai ou fica cariado, afinal, vai cair mesmo, não é? Mas é preciso cuidado, porque ele tem um papel fundamental para a saúde dos dentes que virão no futuro: os permanentes.

Os dentes de leite têm tempo certo para ficar na boca da criança. Aparecem por volta dos 6 meses e devem permanecer até os 6 anos e meio, em média, quando inicia a troca dentária. Esse tempo é importante porque, além de permitir uma boa mastigação da criança, esses dentes preparam a arcada dentária para receber os permanentes.

Quando esse tempo não é respeitado e eles caem, seja por conta de algum trauma ou pelo aparecimento de cáries, há uma série de problemas que podem surgir, como a perda do espaço certo para o dente permanente, alteração na mastigação e fala e até mesmo no lado psicológico das crianças, que podem se sentir envergonhadas por estar sem o dente antes dos amigos.

O acompanhamento profissional visando a prevenção é o caminho mais seguro para a saúde bucal de seus filhos.

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30 de março de 2010

O que é Odontopediatria?

A Odontopediatria é a área da odontologia responsável pelo atendimento a bebês e crianças. É uma das mais importantes especialidades da Odontologia, pois um tratamento sem traumas, aliados à psicologia e delicadeza, em conjunto com um tratamento preventivo, é o melhor que os pais podem oferecer aos seus filhos.

Uma criança que frequenta desde pequena o consultório odontológico com um profissional especializado, estará sempre saudável, estimulada a cuidar dos seus dentinhos, fazendo prevenção e adquirindo bons hábitos, o que consequentemente a tornará em um adulto com uma excelente saúde bucal e realizando o mínimo de intervenções dentárias ao longo da vida.

Recomenda-se que os pais levem seus filhos ao odontopediatra ainda no primeiro ano de vida, pois nesta fase é possível iniciar uma série de procedimentos e atitudes que irão prevenir diversos problemas de saúde bucal no futuro.

Com uma programação preventiva periódica e bem realizada, 95% das doenças orais poderão ser evitadas, desde cáries e gengivites até mesmo diminuindo a chance de problemas associados ao uso de aparelho ortodôntico no futuro.

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1 de março de 2010

De volta às aulas com boa saúde bucal

As crianças estão voltando às aulas e lembramos aos pais de incluir um exame odontológico como parte da preparação para o ano letivo que se inicia.

Um dente doendo ou um problema odontológico crônico podem causar dificuldades para comer, falar e se concentrar, e problemas odontológicos podem fazer muitas crianças faltarem às aulas.

Exames odontológicos de rotina revelam problemas que podem ser tratados nos estágios iniciais, quando o dano é mínimo e as restaurações podem ser pequenas. Isso ajuda a evitar condições dolorosas e crônicas e economiza dinheiro.

A escolha de lanches não saudáveis também tem um impacto negativo na saúde dental, portanto, ao enviar as crianças de volta para a escola, certifique-se de mandar lanches com água ou leite, e não com bebidas açucaradas.

Hábitos alimentares, cuidados em casa, necessidades de tratamento passadas, ingestão de flúor e outros fatores afetam a probabilidade de doenças dentais, e a frequência das consultas odontológicas depende desses fatores. Porém, agendar uma visita ao dentista no início do ano letivo pode ajudar a entrar no ano com o pé direito.

www.colgate.com.br

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7 de novembro de 2009

Você já sentiu sensibilidade?

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Cerca de 8 entre 10 pessoas sofrem ou já sofreram de sensibilidade nos dentes!

A sensibilidade pode ser causada por vários fatores. A causa mais comum é a retração gengival, sendo que esta normalmente é causada por uma força exagerada na escovação, por próteses ou restaurações mal adaptadas, ou ainda por doenças de gengiva que causam perdas ósseas!

Além destes fatores, aumentam a sensibilidade o uso errado de produtos para os dentes que existem no mercado e até mesmo alguns procedimentos feitos em um consultório odontológico.

Só quem já sentiu esta DOR sabe que ela está no ranking das mais temidas entre os pacientes, visto que os fatores mais comuns citados acima e outros muitos que existem surgem cada vez mais e são facilmente estimulados no dia a dia. Por exemplo, quando vamos tomar água gelada ou sorvetes, ou quando comemos alimentos ácidos como abacaxi, e sentimos aquele choque inexplicável!

Porém como tudo na odontologia moderna, temos hoje condições de tratar os problemas de sensibilidades, com materiais que surgem dia a dia no mercado para serem aplicados nas regiões sensíveis, eliminando ou melhorando em pelo menos 90% do problema em apenas algumas sessões!

Lembre-se, se você estiver indo periodicamente ao dentista e recebendo recomendações sobre dicas de escovação e higiene bucal, você pode não sofrer deste problema. A melhor prevenção ainda é a orientação da maneira correta de usar a escova e o fio dental.

Na odontologia moderna o dito antigo que diz que é melhor prevenir do que remediar, está mais atual do que nunca!

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29 de julho de 2009

Gripe H1N1 (Gripe A ou Gripe Suína)

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A gripe suína se parece com a gripe normal. O indivíduo tem dor de cabeça, dores musculares e nas juntas, ardor nos olhos, febre acima de 38ºC e início abrupto. Como o contágio da gripe suína ocorre como nas outras formas da doença, por meio de gotículas de saliva, a prevenção segue os mesmos cuidados indicados para a gripe comum: evitar o contato com pessoas doentes.

Medidas de prevenção
- Usar máscaras cirúrgicas descartáveis durante toda a permanência nas áreas afetadas. Substituir sempre que necessário
- Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço, preferencialmente descartável
- Evitar locais com aglomeração de pessoas
- Evitar o contato direto com pessoas doentes
- Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal
- Evitar tocar olhos, nariz ou boca
- Lavar as mãos frequentemente com sabão e água, especialmente depois de tossir ou espirrar
- Em caso de adoecimento, procurar assistência médica e informar história de contato com doentes
- Não usar medicamentos sem orientação médica

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