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Tem que ir ao dentista.

Usar prótese total (dentaduras) não dispensa visitas periódicas ao dentista. Infelizmente, o senso comum é de que não é mais necessário cuidar da saúde bucal quando todos os dentes já foram extraí­dos. Um estudo da Universidade Estadual de São Paulo revelou que cerca de 60% das pessoas na terceira idade ficam mais de três anos sem pisar no consultório. E aí­ é grande o risco de doenças na gengiva, provocadas por feridas e bactérias. Sem contar o perigo maior: o câncer. “O idoso deve consultar o dentista pelo menos uma vez ao ano para verificar se a prótese está bem adaptada e se não há lesões que podem originar um tumor”. Segundo esse estudo, muitos dos entrevistados acreditam estar com a boca saudável, quando na verdade necessitam de tratamento.

A Odontologia Integrada RS, clí­nica referência em saúde bucal no bairro Cidade Baixa em Porto Alegre, oferece atendimento nas áreas de prótese dental, implantodontia e Patologia Oral.

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Por que a dentadura fica frouxa com o passar do tempo?

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Esse é um problema que afeta todas as pessoas que usam próteses totais, também chamadas de dentadura, chapa, etc. A parte interior da prótese total é como o negativo de uma “fotografia de alto relevo” que realizamos da arcada dentária. Então, a parte interior da prótese total registra o que era a arcada no momento em que foi realizada a moldagem. Acontece que nosso organismo é extremamente dinâmico, sofrendo modificações adaptativas todos os dias. Em consequência disso, nós sofremos mudanças, que às vezes são radicais. Prova disso é você pegar uma fotografia de uns anos atrás e depois se ver o espelho. Alguma coisa deve ter mudado…

Na arcada dentária ocorre o mesmo. Ela sofre mudanças adaptativas com o passar do tempo, fazendo com que aquela prótese justinha quando colocada, fique frouxa com o tempo, causando situações desagradáveis.

Como evitar tais problemas? Se você fez uma prótese total de boa qualidade, com dentes importados, etc., você poderá realizar um reembasamento a cada 3 anos e ela ficará sempre justa e com retenção na sua boca. Se for uma prótese feita nas chamadas “clí­nicas populares”, troque-a anualmente, pois os materiais ali usados são de baixa qualidade, justificando o preço baixo.

Uma prótese frouxa pode provocar além do constrangimento, dificuldades na mastigação dos alimentos, levando a problemas gástricos. Porém o perigo maior está no surgimento do câncer bucal. Uma prótese frouxa poderá ferir constantemente uma determinada parte da boca, causando a formação de células malignas.

Outra medida que vem sendo cada vez mais atualmente é a prótese total sustentada por implantes. São colocados 4 implantes na região anterior da arcada dentária, e através de dispositivos de fixação a prótese é presa aos implantes, dando maior retenção e conforto, pois a prótese total nestes casos tem tamanho reduzido.

Então, o que você está esperando para ter uma linda terceira dentição?

Prevenção do Câncer Bucal

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Câncer Bucal

O câncer de boca ocupa uma posição de destaque entre os tumores malignos do organismo devido a sua relativa incidência e mortalidade. A prevenção e o diagnóstico precoce podem ser realizados pelo cirurgião-dentista através dos seguintes procedimentos: correto exame clí­nico; afastamento dos fatores co-carcinógenos; diagnóstico e tratamento das lesões cancerizáveis; exames complementares (principalmente biópsia e citologia exfoliativa) e orientação e estimulação ao auto-exame.

O que são e quais são os fatores co-carcinógenos?

São fatores que predispõem o paciente a desenvolver um tumor maligno; na boca, podemos citar principalmente o etilismo (álcool) e o tabagismo (cigarro, cachimbo etc.), as condições precárias de higiene (dentes quebrados, raí­zes residuais, tártaro etc.) e as próteses inadequadas ou em más condições (dentaduras e pontes fraturadas ou que causam algum ferimento).

O que são lesões cancerizáveis?

São enfermidades bucais que, quando não tratadas, podem evoluir para um câncer.

O que causa o câncer oral?

A etiologia é desconhecida, porém, alguns fatores são relacionados ao aparecimento dessas lesões. Os principais são: tabagismo, etilismo, traumatismos mecânicos e, nos cânceres de lábio inferior, também pode-se citar os raios solares.

Como o cigarro atua?

Durante o ato de fumar, são liberadas inúmeras substâncias quí­micas junto à fumaça, algumas reconhecidamente cancerí­genas. Outra ação seria o calor produzido principalmente pelo cachimbo.

Como se faz o auto-exame e o que procurar?

Diante do espelho, com uma boa iluminação, deve-se inspecionar e palpar todas as estruturas bucais e do pescoço. Durante o auto-exame, os principais indí­cios a serem observados são: feridas que permanecem na boca por mais de 15 dias, caroços (principalmente no pescoço e embaixo do queixo), súbita mobilidade dental, sangramento, halitose, endurecimento e ou perda de mobilidade da lí­ngua. É importante frisar que a dor pode ser um sinal de lesão avançada.

Qual o perfil do paciente com câncer bucal e qual a região mais atingida?

Geralmente são homens (86,07%), com idade entre 45 e 55anos, brancos (84,84%) e tabagistas (95,08%). A região da boca mais atingida é a lí­ngua, seguida do assoalho bucal e lábio inferior.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é simples. Após o exame clí­nico, o profissional, suspeitando de um tumor maligno, realiza uma biópsia, que consiste na remoção de um pequeno fragmento da lesão para posterior exame microscópico.

Como é feito o tratamento?

O tratamento pode ser realizado através de cirurgia, radioterapia e quimioterapia, podendo ser associados ou não.

Existe cura para o câncer?

Sim, e quanto mais cedo for diagnosticado (diagnóstico precoce), maiores são as chances de cura, sendo as sequelas menores e, portanto, maior a qualidade de vida.

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