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Cigarro x Saúde Bucal

A consequência mais vísivel do hábito de fumar, e que incomoda por se tratar de uma questão estética, são as manchas nos dentes. No entanto, fumar traz inúmeras consequências para a saúde que não são tão aparentes. Na saúde bucal, pode provocar o câncer de boca, periodontite, halitose, diminuição da imunidade e cicatrização. Podendo interferir negativamente em procedimentos dentários. Com relação à melanose, as manchas que a nicotina provoca ao estimular a produção de melanina, elas podem surgir nas mucosas e língua. E as mulheres são as mais afetadas, devido aos hormônios. Parar de fumar é uma escolha que traz benefícios para todo o organismo. As manchas nas mucosas podem desaparecer gradativamente em até 3 anos, por exemplo. E, em 2 dias, seu paladar e olfato já têm seu funcionamento melhorado. Se você é fumante, nunca esqueça de informar seu dentista e lembre-se que os cuidados com a saúde bucal devem ser redobrados, já que o hábito é um fator de risco para inúmeros problemas.

31 de Maio – Dia do Combate ao Tabagismo

 

Adivinhe o que é: faz mal ao sistema respiratório, é uma das causas mais frequentes de câncer, esta relacionado com diversas doenças que afetam órgãos vitais e é um dos inimigos principais de uma boa saúde bucal. Adivinhou? Sim, esse é o cigarro.

Um dos principais problemas causados pelo cigarro são as manchas. Quanto mais cigarros, mais manchas seu dente vai ter. A coloração amarelada chegando a tons bem escuros também é comum em alguns casos. Quando o fumo afeta severamente a dentição, alguns dentes chegam a ficar com manchas cinzas, que são muito difíceis de serem retiradas. Para amenizar esses efeitos, as pessoas podem optar por técnicas de clareamento a laser ou caseiro, mas antes de tudo isso o fumo precisa ser abolido do cotidiano do paciente.

A saúde bucal dos fumantes é muito mais frágil do que a dos não-fumantes, pois o tabaco diminui a resposta imunológica à bactérias e a região fica mais propensa a infecções e qualquer outro tipo de doença. O monóxido de carbono, presente na fumaça que é ingerida pelo fumante, reduz a concentração de oxigênio e inibe a movimentação dos glóbulos brancos e sua capacidade de destruir as bactérias.

Outros elementos que compõem o cigarro como nicotina e alcatrão podem reduzir a resistência dos tecidos do periodonto e eles são absorvidos pelas raízes do dentes. Com a falta de anticorpos, os fumantes também apresentam altas taxas de mau hálito (halitose).

Os fumantes também são mais propícios a desenvolver um câncer bucal e problemas mais sérios e difíceis de serem tratados. Por isso, esse grupo precisa ter mais cuidados com os dentes, visitando periodicamente a Odontologia Integrada RS e controlando sua higiene bucal.

Dicas úteis para parar de fumar

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Planeje
Determine um dia em que você vai parar e crie um plano de ação para chegar lá. Depois que você parar, não fume – NEM UMA TRAGADA!

Procure ajuda
Pesquisas mostram que você tem uma maior chance de conseguir parar de fumar se tiver ajuda. Sua família e amigos podem oferecer apoio para ajudá-la a lidar com acontecimentos que aumentem sua ansiedade e sua vontade de fumar.

Mude sua rotina
Inclua ginástica na rotina diária e procure controlar o stress de maneiras saudáveis.

Consiga medicamentos e use corretamente
O Ministério da Saúde aprovou diversos medicamentos, como reposição de nicotina, que ajudam a parar de fumar. Consulte seu médico sobre o assunto.

Esteja preparado
A maior parte das recaídas ocorre nos três primeiros meses depois de parar e a maior parte das pessoas tenta diversas vezes antes de finalmente conseguir largar o cigarro. Tente evitar situações “tentadoras”, como beber ou sair com fumantes.

Fonte: www.pneumologia.med.br

Tabaco é o maior fator de risco para câncer de boca

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O câncer de boca atinge prioritariamente os homens, justamente porque eles ainda fumam muito mais que as mulheres.

A grande preocupação por parte dos profissionais da área de saúde vem sendo a prevenção dessa doença, visto que num estágio visível a todos, que seria III ou IV, a doença não tem mais cura, fato que chega a 60% dos casos.

Para isso não acontecer é preciso, então, que se suspeite de sinais iniciais como manchas esbranquiçadas ou avermelhadas ou ulcerações (feridas) assintomáticas (sem dor) persistentes (mais de 15 dias).

O câncer de boca mais comum, representando cerca de 90 a 95% das neoplasias malignas ocorridas nessa região, é o carcinoma epidermóide, ou carcinoma espinocelular, ou ainda, carcinoma de células escamosas.

Ele pode se apresentar como uma ulceração (ferida) que não cicatriza nas seguintes regiões da boca:
Lábio superior ou inferior, língua, glândulas salivares, gengiva, assoalho da boca, mucosas das bochechas, palato (céu da boca), úvula (“campainha”).

Existem fatores ambientais que podem predispor ao aparecimento do câncer bucal. Dentre eles destacam-se o tabagismo (fumo), etilismo (ingestão de bebidas alcoólicas) e a exposição ao sol.

O tabagismo responde por cerca de 90% dos casos de câncer bucal. Dependendo do tipo e da quantidade de tabaco usado, os tabagistas apresentam probabilidade 4 a 15 vezes maior de desenvolver a doença.

O alcoolismo, ou etilismo, é responsável pela maioria dos cânceres de língua e assoalho de boca, devido ao maior contato do álcool com essas estruturas. Em indivíduos que bebem e fumam as chances de desenvolver câncer são ainda maiores.

A radiação solar é responsável, principalmente, pelo câncer de lábio inferior, que está relacionado ao tempo de exposição e tipo de pele da pessoa.

A dieta rica em gorduras, álcool e ferro e /ou pobre em proteínas, vitaminas (A, E, C, B2) e alguns minerais, como cálcio e selênio, pode também ser um importante fator de risco.

O consumo habitual de frutas (principalmente cítricas) e vegetais frescos (mais os que possuem betacaroteno, tais como a cenoura e a couve) tem sido considerado um fator protetor de câncer de boca.

CASOS EM QUE SE DEVE SUSPEITAR:

• fumantes e alcoolistas crônicos, com ênfase nas duas dependências presentes.
• pessoas com mais de 40 anos de idade, especialmente desnutridos.
• pessoas de pele clara, que trabalham ao sol com ou sem proteção.
• portadores de próteses dentais mal adaptadas (soltas ou balançando), e/ou dentes fraturados, que machucam os tecidos moles bucais.
• pessoas que apresentam má higiene bucal.
• pessoas que ingerem comidas ou bebidas muito quentes com frequência ou de maneira prolongada (chimarrão, por exemplo).

O QUE PROCURAR NUM AUTO EXAME:

• mudanças de cor na pele e mucosa da boca.
• endurecimentos, caroços, e feridas.
• inchaços ou sangramentos.
• áreas dormentes ou dolorosas.
• dentes quebrados ou moles.

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