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A escova deve ser trocada a cada mês? VERDADE!

Dicas da OI:

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O consumo de escovas dentais no Brasil é muito baixo: a média per capita de troca gira em torno de uma escova a cada um ano e meio. Em alguns locais distantes dos centros urbanos, esta estimativa é ainda pior, chegando a uma escova a cada dois anos e meio e, muitas vezes, famílias inteiras compartilham a mesma.

Em países desenvolvidos e que conseguiram erradicar as doenças orais, o consumo chega a 12 escovas por ano por habitante, ou seja, uma escova por mês. O ideal seria trocar a escova mensalmente, mantendo a mesma com a máxima efetividade. Dessa forma, a escovação será sempre realizada sem o emprego de força exagerada, já que, quando as cerdas vão perdendo eficiência, aumentamos a carga.

Para ficar longe das bactérias que fazem mal à boca, é preciso ir além de uma boa escovação. Cuidar da escova de dente da forma adequada pode evitar problemas como infecções e diarreias. Isso pode acontecer quando, após seu uso, as cerdas não são lavadas corretamente para eliminar todos os germes e bactérias que foram retiradas da boca durante a escovação. Se, além disso, ela ainda for largada úmida e armazenada em um ambiente fechado e abafado, a escova se tornará um meio muito convidativo para que esses micro-organismos se proliferem.
Indica-se o uso de agentes antimicrobianos (enxaguantes bucais) em forma de spray e outros truques para melhorar os resultados contra a proliferação de bactérias, pois espirrar esses produtos uma vez por dia, de preferência depois da escovação noturna, ajuda a manter as cerdas livres das bactérias.

Também é recomendado lavá-las em água corrente para que as bactérias mortas escorram pelo ralo e nunca secá-las em toalhas. O ideal é bater o cabo da escova na borda da pia para que ela fique bem sequinha.

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