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doença periodontal

A doença periodontal é séria e, muitas vezes, negligenciada. O primeiro estágio, conhecido como gengivite, é uma inflamação do tecido da gengiva ao redor dos dentes, provocada pelo acúmulo da placa. As camadas interiores da gengiva começam a afastar-se e formam-se bolsas de ambos os lados, onde ficam acumulados resíduos que a escovação, muitas vezes, não consegue remover. A gengivite pode provocar a recessão da linha gengival e infecção. Se não for tratada, avança para o segundo estágio da doença periodontal, chamado de periodontite. Neste estágio, afeta desde a gengiva até o osso ao qual se prende o dente, e pode causar a perda dos dentes.

A doença periodontal é muito comum nos brasileiros (1 em cada 2 adultos possui algum problema gengival), e não tem cura, apenas controle.  Ela pode se apresentar de duas formas: tipo crônico, que afeta pessoas a partir dos 50 anos. E a modalidade agressiva, que acomete indivíduos a partir dos 15 anos (tem forte componente genético e avança rapidamente, ao ponto de que aos 20 anos o indivíduo pode perder todos os dentes).

As alterações hormonais (devido à gravidez, menopausa ou outras situações) também podem provocar o desenvolvimento da gengivite nas mulheres. Por afetarem o sistema imunológico, doenças como o diabetes e o HIV, causam a diminuição da elasticidade das gengivas. Se não tratados, esses tipos de gengivite também evoluem para a doença periodontal.

Pesquisas apontam que se você tem uma doença periodontal, você é mais suscetível a desenvolver doenças como a diabetes, doenças cardíacas e acidente vascular cerebral.

E quais são os sintomas?

⦁ Sangramento de gengivas ao escovar os dentes e utilizar fio dental, por um considerável período de tempo
⦁ Gengivas retraídas, vermelhas ou inchadas
⦁ Mau hálito persistente (ou mau gosto na boca)
⦁ Sensação de dentes soltos ou instáveis
⦁ Formação de bolsas entre os dentes e a gengiva
⦁ Pus visível ao redor dos dentes e gengiva
⦁ Dores fortes ao mastigar
⦁ Sensibilidade nos dentes às temperaturas quentes ou frias

Como prevenir?

Para a prevenção da gengivite (e consequentemente da periodontite), o controle da placa dentária é fundamental. Para isso, escove os dentes ao menos 3x ao dia e utilize o fio dental corretamente após a escovação. Frequentar o consultório dentário de 6 em 6 meses para a remoção do tártaro também pode garantir que a doença não se desenvolva.

Tratamento:

Caso não seja possível detectar a gengivite antes que ela se torne periodontite, é necessário um tratamento com o Periodontista, o Cirurgião-Dentista especializado no tratamento de doenças periodontais.

Inicialmente, o Periodontista vai realizar uma raspagem supragengival, com o objetivo de remover o cálculo (também conhecido como tártaro). Caso a doença esteja em um estado mais avançado, também pode ser necessário a raspagem e o alisamento radicular para tratar as bolsas periodontais infectadas e diminuir a inflamação da gengiva. Esta remoção pode ser através de ultrassom ou manual. Nos casos em que as bolsas periodontais tenham mais de 5 milímetros de profundidade, podem ser necessários uma cirurgia periodontal para aproximar o tecido das gengivas e reposicioná-los, como também enxerto ósseo para restaurar o osso perdido.

Como podemos notar quanto mais demorar a iniciar o tratamento, mais complexo ele pode se tornar. Mas, é fundamental ter em mente que o tratamento periodontal é a base para uma saúde bucal plena.

Ficou com dúvidas sobre o assunto? Agende seu horário e venha conversar com a Dra. Ana Elisa, nossa Especialista em Periodontia. Fale conosco pelo  Whatsapp (51) 99214 9690.

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